sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Feira do Livro de Tupanciretã


A Administração Municipal de Tupanciretã, através da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto,
convidam para participar da edição 2011 da Feira Municipal do Livro, a realizar-se de 5 a 7 de outubro,
contando com a seguinte programação:

DIA 05 DE OUTUBRO
TARDE:
13h40min às 16h30min:
Atrações permanentes.
Escolinha de Trânsito com a Polícia Rodoviária Estadual de Santa Maria (parceria da Câmara Municipal de Vereadores de Tupanciretã com a Administração Municipal).

14h às 16h:
Show: Grupo “Pandorga da Lua”.
Intervalo: Abertura oficial com a presença de autoridades. Entrega dos certificados aos participantes e à vencedora do Concurso do Logotipo da Feira Municipal do Livro de 2011, Bruna Schulz, da 5ª série, da EMEF “Alexandrina Soares de Barcelos”.

16h:
Coreografia da música “Balança Brasil”, com alunos da 7ª e 8ª séries, da EMEF “Alexandrina Soares de Barcelos”.
Apresentação do “Grupo Planet Dance”, da EMEF “Brasilina Terra”.

NOITE:
19h: Oficina de Musicalização para Professores, com o Grupo “Pandorga da Lua”.

DIA 06 DE OUTUBRO
MANHÃ:
8h40min às 11h30min: Atrações permanentes.

9h: Contação de Histórias com o Grupo Teatral “Nó Cego”.

9h50min:
Homenagem a Luiz Alcides Albrecht Kruel na abertura da exposição de caixas de fósforos, no Centro Cultural “Dr. José Mariano de Freitas Beck”.
Autor presente: Diálogo com alunos e professores (Séries Finais) com o escritor Tabajara Ruas, no Centro Cultural “Dr. José Mariano de Freitas Beck”.

11h:
Apresentação do Hino da EMEF “Cleuza Regina da Silva Barcelos”.
Peça teatral “A Praça é Nossa”, adaptada pela professora Elisabete Cardoso Vidler, da EMEF “Maria de Lourdes Almeida Pimentel”.

TARDE:
13h40min às 16h30min: Atrações permanentes.

13h40min: Apresentação, avaliação e premiação do Concurso de Paródias.
15h30min: Apresentação do Livro Catalográfico com o título “Tupanciretã, uma Releitura entre o Passado e o Presente”, a cargo das oitavas séries, da EMEF Frei Galvão.
16h: Contação de Histórias com o Grupo Teatral “Nó Cego”.


14h30min: Oficina com Material Reciclado, com Kalu.

NOITE:
19h: Oficina de Criação Literária para professores, a cargo do Patrono da Feira, Pedro Brum Santos.

DIA 07 DE OUTUBRO
MANHÃ:
8h40min às 11h30min: Atrações permanentes.

9h:
Autor presente: Diálogo com alunos e professores (Séries Finais) com a escritora Jane Tutikian, no Centro Cultural “Dr. José Mariano de Freitas Beck”.
Autor presente: Diálogo com alunos e professores (Anos Iniciais) com o escritor Paulo Bentancur, no lonão.

10h: Coreografia das músicas “Negrinho do Pastoreio” e “Gotas de Água Doce”, a cargo dos alunos da EMEF Iva Chiapetta Cardoso”.

10h30min: Contação de Histórias com o Grupo Teatral “Nó Cego”.

TARDE:
13h40min às 16h30min: Atrações permanentes.

13h45min: Declamação da poesia “Anita”, de Ivo Ladislau, pela aluna Emanueli Viana de Oliveira, da EMEF Dr. Flory D. Kruel, classificada em 1º lugar na Modalidade Interpretação, no XIII Recitar da Poesia.

14h:
Oficina de Quadrinização, com Jorge Lopes (Byrata), na Sala Manoelito de Ornellas.
Contação de Histórias com o Grupo Teatral “Nó Cego”- no lonão.

15h30min: Autor presente: Diálogo com alunos e professores (Anos Iniciais) com o escritor Paulo Bentancur.

NOITE:
19h: Entardecer Literário: Atividades a cargo do Centro Lítero Cultural “José do Patrocínio”, com lançamento de livros dos escritores tupanciretanenses Andrei Obino de Abreu e Jorge Ubiratã Lopes  (Byrata).
Encerramento: Banda e Orquestra Municipal.

Atrações Permanentes:
Animador cultural Marcelo Maresia.
Pintura de rosto.
Livreiros.
Cantinho da Leitura.
SPE – Saúde e Prevenção nas Escolas.
Circuito Dirigido na Praça de Brinquedos e na Academia ao Ar Livre.
Técnico em Enfermagem disponível.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Feira do Livro de Alegrete


O SESC – Serviço Social do Comércio em parceria com a Prefeitura Municipal de Alegrete realizará a 32ª edição da Feira do Livro de Alegrete. O evento acontecerá de 04 à 08 de Outubro, das 09h às 22h, no Largo do Centro Cultural Adão Ortiz Houaiek, e terá como patrono o escritor e doutor em sociologia, Juremir Machado.

Neste ano, três alegretenses receberão a homenagem especial, o poeta Rui Neves e as educadoras Virgínia do Rosário e Marlene Feijó. A palestra show será realizada pelo músico e escritor Nei Lisboa.

Na programação ainda haverá a participação dos escritores Alex Riegel, Ricardo Silvestrin, Ronald Augusto, Alexandre Brito, Luiz Antônio Araújo, José Antônio Grings, Kelli Pedroso, Kézia Lobo, Ester Bueno, Anderson Correa e Margarete J.V.C. Hulsendeger. Além de palestras, estão previstas apresentações teatrais, oficinas literárias, bate papos e intervenções cênicas.

Confira abaixo algumas atrações:
04/10 – Terça – feira
Intervenções Cênicas: Alex Riegel / POA e Bolívar Marini / Alegrete
15h – Animação Cultural – Alex Riegel / POA
19h30 – Abertura Oficial – Logo após palestra com o Patrono sobre a Legalidade.

05/10 – Quarta – feira
10h. Painel Literário “Construindo Caminhos para Uma Cidade Leitora” - Prof. Marlene Feijó e Virginia do Rosário / Alegrete ( Sala IEOA)
11h – Conto teatralizado - A Menina que não queria ir à Escola - Equipe Gestora EMEI  Mario Quintana / Alegrete.
15h e 16h – Teatro Infantil “ Alaor, o Contador de Histórias” / POA.
20h30 – Show com a Banda Os poETS / POA
Oficinas
SESC – Andradas, 71
09h às 12h – Oficina “ Poesia e Letra de Música” – Ricardo Silvestrin / POA.
14h às 17h – Oficina de Texto Criativo – Alexandre Brito / POA
18h – Oficina “ A transposição da obra literária para o teatro” – Alex Riegel / POA

06/10 – Quinta – feira
Palco Principal
10h – Palestra “ A temática de Laci Osório” – Virgínia do Rosário / Alegrete.
15h – Animação Cultural – Alex Riegel / POA.
20h30 – Palestra show com Nei Lisboa

Largo do Centro Cultural
Lançamento de livros:
10h – Escritora Kézia Lobo e Alunos da Escola Tancredo Neves.
19h – Ester Bueno e Anderson Correa.

07/10 – Sexta – feira
20h – Palestra “ Afeganistão, a mais longa das guerras dos EUA” – Luiz Antônio Araújo / POA – Mediação: Prof. Luiz Felipe Schervenski / Alegrete.









O Patrono Juremir Machado e Colunista do Jornal Correio do Povo, jornalista, tradutor e  Doutor em Sociologia. Autor dos livros: "Getúlio"; " Aprender a (vi) ver"; " Flores do Mal", dentre outros.





Nei Lisboa é um dos músicos mais destacados no cenário da música do sul. Escritor, indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura.
Luiz Antônio Araujo é jornalista, desde 1996 trabalha no Jornal Zero Hora. Em 2001, foi enviado dos veículos da RBS ao Paquistão para cobrir a guerra do Afeganistão. A experiência resultou no livro Binladenistão - Um Repórter Brasileiro na Região mais Perigosa do Mundo (Iluminuras, 2009). A obra foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2010 na categoria Reportagem . Em 2011, foi enviado ao Egito para cobrir a revolução que derrubou Hosni Mubarak .


Os poETs é o encontro de 3 músicos/ compositores/ vocalistas: Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin e Ronald Augusto. Apresentam desde 2001 um repertório de canções compostas em parceria. Todos fazem as letras e as músicas. Todos cantam. Todos por um.

Divulgação Lucília Minssen: Workshop


Workshop: Festa da Poesia
Ministrante:  – Profª.Luciana Vitória Lettieri
Local : Biblioteca Lucília Minssem
Data: 28 de setembro de 2011
Horário: 18h às 21h
Objetivo:Propor aos educadores uma maneira diferente, divertida e descontraída de trabalhar com leitura e produção de poemas.
Metodologia: A proposta a ser desenvolvida será realizada em grupos. As atividades serão apresentadas em  power-point, dinâmicas de leitura,escrita e produção,reflexão e discussão do tema abordado.
Duração: 3horas.
Investimento: R$ 20,00
Inscrições na  Biblioteca Lucilia Minssen,
Rua Andradas nº736- 5º andar da Casa de Cultura Mario Quintana.
Reservas e informação pelo fone: 32257089 ou e-mail: bibliotecaluciliaminssen@gmail.com

Até onde a Geração Google sabe buscar o que deseja consultar?

"A informação está lá… Mas até onde a Geração Google sabe buscar o que deseja consultar?

O uso da web para publicar nossos pensamentos, para consumir informação e procurar respostas aos nossos anseios cresceu, e cresceu muito. No fim da década de 1990 os buscadores formavam índices a partir de websites cadastrados manualmente em seu serviço, o que mudou, passando o buscador a capturar as informações dos websites que conseguiam rastrear. 

Quem popularizou isto foi, principalmente, o GOOGLE, empresa que hoje tem …. itens cadastrados (a quantidade não importa, o que vale aqui é ter noção de que isto é muito….)
Uma ferramenta ganhou destaque seu volume de informações é grandioso e no geral  muitos buscam a mesma coisa! Estranho, né? Sim, o usuário comum costuma a digitar uma ou duas palavras, ver as primeiras páginas exibidas no resultado e está feliz, será? [...]"

Dica de sites

"Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).[...]

Fonte: Revista Bula

Divulgação Lucília Minssen: Sarau "Mário Quintana Sempre"!- Para comemorar o Aniversário da CCMQ





Programação da Biblioteca Lucília Minssen em parceria com o grupo Marias, Amélias e Camélias em comemoração ao aniversário da Casa de Cultura Mário Quintana.
Data: 22/09, às 19h
Local: Passarela de Vidro no 50 Andar da CCMQ.
Apresentação dos grupos Nós Lemos, DiVersos, Marias, Amélias e Camélias e convidados.
Entrada Franca

Indicação do leitor no blog da Biblioteca de Osório

A Biblioteca Pública Fernandes Bastos, de Osório, está publicando no seu blog a indicação de leituras dos próprios usuários.
Confira!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Diário da Encosta da Serra do RS | Biblioteca fecha no Kerb

Dois Irmãos - A Biblioteca Pública estará fechada dias 29, dia de São Miguel, 30 e 1º de outubro devido às festividades do Kerb de São Miguel. A biblioteca volta a funcionar apenas na segunda-feira, dia 3, às 13 horas.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Para gostar de e-book

A partir de 2012, 100 livros digitais serão oferecidos pela Biblioteca Nacional

Enquanto no Brasil o mercado de e-books é incipiente, em metrôs, ônibus e aeroportos das grandes cidades norte-americanas e europeias é relativamente comum ver gente lendo em seus smartphones, tablets e e-readers, como antes se fazia com as edições de bolso.

Nos EUA, que vive o “verão do Kindle”, a fatia do mercado está em 13,5% quando se fala em obras de ficção. Na Alemanha, segundo dados da Sociedade para Pesquisa de Mercado Consumidor, desde fevereiro foram vendidos 350 mil leitores digitais.

No Brasil, onde o acervo ainda é escasso e os aparelhos saem por no mínimo R$ 800, não há números a respeito. Nas capitais, não se vê nada parecido.

Mas a Fundação Biblioteca Nacional, à qual cabem as políticas de livro e leitura, quer olhar adiante, e realizou, durante a Bienal do Livro do Rio, o colóquio E-books e a Democratização do Acesso – Modelos e Experiências de Bibliotecas. A feira se encerra hoje à noite.

No início de 2012, o presidente da FBN, Galeno Amorim, já espera ter para empréstimo cerca de cem títulos digitalizados (literatura brasileira em domínio público). A ideia agora é aprender com a experiência de quem já vive a era digital nas bibliotecas, e pensar o modelo mais adequado à nossa realidade, seja o download ou o sistema nuvem, em que o livro fica disponível só por um período.

Aqui, inexiste esse tipo de serviço. Nem os livros de papel chegam a todos. Ainda falta atingir a marca desejada há anos: ter uma biblioteca instalada em cada um dos 5.565 municípios.

O colóquio marca os 200 anos da BN, criada numa então colônia de analfabetos para guardar a biblioteca real trazida de Portugal, e, com o tempo, transformada em centro de pesquisa. Hoje, o público tem acesso, pela internet, à parte do acervo digitalizada. “O e-book é um evento novo para todos. Não podemos ficar na rabeira. Queremos discutir qual é o melhor caminho, o que é viável”, diz Galeno, ao justificar a realização dos debates.

Na Inglaterra, contou Aquiles Alencar-Brayner, curador digital (cearense) da British Library, as editoras resistem a ceder e-books para empréstimo. Mas uma lei poderá enquadrá-las ano que vem. Frank Daniel, da Biblioteca Pública de Colônia, relatou que nos últimos quatro anos foram computados 120 mil downloads de 8.600 e-books. A biblioteca oferece aplicativos para iPhones e iPads.


Essa é a Bienal mais tecnológica de todas, a primeira em que foram oferecidos “para degustação” tablets e e-readers. O espaço da Bienal

Digital ficou cheio de curiosos que nunca tiveram um desses nas mãos.



Fonte: Estadão

Data: 11/09/11

Crowdsourcing: As bibliotecas querem ser colaborativas?

Crowdsourcing: As bibliotecas querem ser colaborativas?O crowdsourcing possui mão de obra barata, pessoas no dia-a-dia usam seus momentos ociosos para criar a colaboração.

O ser humano desde sempre buscou inovar, criar algo novo e isto nos últimos anos tornou-se também um verdadeiro mantra do mundo administrativo: Inovação, inovação, inovação. O que há de certo é que não existe uma fórmula para inovar, mas diversos livros abordando a temática, como incentivar a inovação, como ser inovador. Neste cenário, surgem diversos modismos, mas o cenário da inovação vem mudando e buscando ser mais colaborativo. Modismo ou não, como as bibliotecas podem se aproveitar disso.


Estamos falando do crowdsourcing e já que o tema é relativo à colaboração, vamos usar uma definição da Wikipedia: significa utilizar a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É também chamado de “open innovation”.

As bibliotecas atualmente parecem começar a descobrir a palavra colaboração, mas o que isto significa? Ter um twitter, um facebook, deixar o usuário compartilhar seus anseios e pronto… Nem mesmo um destino para toda esta colaboração é garantida. Já a colaboração no âmbito das práticas da biblioteca é vista como algo absurdo… Não, não mexam na minha catalogação! Normalmente não há colaboração nem mesmo entre os pares.

Como funciona?

Algumas áreas vêm usando bastante o recurso do crowdsourcing, principalmente a de publicidade e inovação. Na propaganda, um comercial dos salgadinhos Doritos foi exibido durante o intervalo do Super Bowl, um dos espaços mais caros na TV americana. A diferença é que não foi contratada uma empresa para elaborar o vídeo, mas este veio de diversas propagandas elaboradas, por qualquer pessoa (não necessita, neste caso, ser um publicitário) e o autor ainda desembolsou 25 mil dólares. No Brasil, e na área de inovação, o carro ‘Fiat Mio’, lançado no salão do automóvel de 2010, obteve mais de 10,6 mil ideias enviadas e mais de 17 mil participantes.

Mas, e nas bibliotecas?

É certo de que uma biblioteca não irá pagar 25 mil dólares a ninguém, mas o crowdsourcing não está atrelado a uma necessária recompensa financeira, eis a Wikipedia para comprovar isto. Não sei para vocês, mas ao ler o que foi escrito até o momento a primeira coisa que me vem a mente é o processamento técnico.

Quantas bibliotecas fazem analíticas de seus documentos e quantos usuários procuram coisas específicas que não conseguem encontrar com tanta facilidade? Olhe uma biblioteca cheia de pesquisadores, cheia de indivíduos encontrando informações específicas que não podem ser encontradas em um catálogo… Agora veja todas estas informações encontradas levantando da cadeira, te dando uma boa tarde e indo embora (para talvez nunca mais voltar!). Esta é a realidade.

Vamos a um caso mais extremo: Biblioteca Nacional! Sim, falar em Biblioteca Nacional, devido ao tamanho de seu acervo, já é algo extremo, e seu maior volume de informações com complicações para serem recuperadas está em sua coleção de jornais e revistas… Ah, para não ficarmos tão impressionados assim vamos nos limitar aos jornais e só isto já me dá medo! Pense em quantos títulos de jornais existem na Biblioteca Nacional, agora na quantidade de edições, na quantidade de matérias publicadas por edições… Multiplique e chegarás a um valor absurdo, e que cresce a cada dia.

No geral os jornais estão catalogados assim…



Com muito esforço de um bibliotecário, um jornalista e dois estagiários (um de história e um de biblioteconomia) as coisas estão ficando assim…




Um avanço? Sim, mas e o conteúdo? Não, não dá para fazer analítica, mas a Biblioteca Nacional resolveu registrar e compartilhar pelo menos as pesquisas de seus servidores/pesquisadores. Para usuários de fora do estado do Rio é possível solicitar uma pesquisa que os pesquisadores da BN irão aos documentos encontrar a informação e enviar ao usuário. O importante é que a pesquisa é catalogada e indexada.


De certa forma o que temos é uma analítica feita de acordo com a demanda, tendo o servidor/pesquisador como um elemento intermediário. Agora, imagine os pesquisadores que todos os dias estão na Biblioteca podendo alimentar uma base de dados similar (que poderia depois receber uma padronização técnica da instituição)…

Mas não é só nas analíticas que o usuário poderia colaborar, pois um sistema que permitisse atribuir tags em relação aos assuntos do documento, independente dos assuntos atribuídos pela instituição, poderia ampliar a visão em relação aquilo que o bibliotecário pode perceber durante a indexação. Incentivar o usuário a fazer isto? Acho que este não seria o maior problema, mas convencer o bibliotecário que outros poderiam colaborar com seu trabalho seria sim um grande problema.

Mas o processamento técnico é só um exemplo. Escutei muito na universidade se falar em marketing, em publicidade, mas pouco vi até hoje. Aliás, só vi isto na Biblioteca Nacional, principalmente por esta ter recursos financeiros maiores. Então, porque não incentivamos os usuários a fazerem a propaganda da biblioteca, principalmente naquelas onde exista um volume maior de jovens. Vídeos, desenhos… Vale tudo!… O mais importante seriam os jovens falando para outros jovens e convencendo até a família a frequentar a biblioteca. Não apenas propaganda da instituição, mas de eventos, por exemplo. Neste caso até visualizo uma forma de retribuição ao autor da propaganda enviada, pois em caso de eventos com limite de vagas este teria preferência. Mas não vamos ficar só na propaganda… Os usuários poderiam ser incentivados a elaborarem tipos de eventos que acreditam serem interessantes e a biblioteca só entraria com a gerencia e os recursos necessários. Seria a biblioteca oferecendo os próprios anseios de seus usuários.

O conceito também pode ser aplicado aos próprios bibliotecários, compartilhando ideias para inovar (ou não) e um exemplo disso é uma “desconferência” que irá se realizar em dezembro no Rio de Janeiro chamada Bibliocamp. Todos sendo levados a oferecer seu intelecto e receber o intelecto alheio, de forma a construir algo melhor.

As ideias são as mais diversas e às vezes é até complicado descreve-las aqui. O mais importante é ficar com o conceito de que o usuário também pode colaborar nos produtos e serviços (ou mesmo faze-los) e a biblioteca se constituir realmente como um espaço do coletivo, pública e colaborativa.

Este é um texto meramente provocativo. O que desejo é que pensem (e de preferencia compartilhem aqui) quais ações a biblioteca poderia ter para aproveitar o conceito de crowdsourcing? O que poderia ser feito na prática? Será um modismo? Vamos lá…

Fonte/Leia em: Blog Bibliotecno

Diretor do PNLL vê sociedade desvalorizar trabalho dos bibliotecários


"O Secretário-Executivo do PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura), José Castilho Marques Neto, concedeu neste mês uma entrevista exclusiva ao SinBiesp Notícias. Na oportunidade, o também professor da Unesp e Diretor-Presidente da Fundação Editora da Unesp falou sobre o programa empreendido pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal), os resultados já alcançados, as perspectivas para o futuro e também sobre a biblioteconomia e seus profissionais. Entre as vitórias já obtidas, José Castilho ressaltou a importante união entre os Ministérios da Educação e Cultura em torno do livro e da leitura. "Ambos estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento do PNLL. Desde que foi criado o Ministério da Cultura, há mais de 20 anos, os dois não falavam a respeito. A Cultura trabalhava com a questão da leitura e das bibliotecas de maneira geral, e a Educação enquanto atividades escolares."
O diretor também destacou o fato de, em oito meses de implantação, o PNLL já ter diminuído de 1.300 para 600 os municípios brasileiros sem bibliotecas públicas. Agora, o objetivo é continuar esse trabalho, dar centralidade às bibliotecas e promover a formação e a reciclagem de recursos humanos. "Não adianta você ter livro se não tem recursos humanos, e vice-versa. Esses dois pontos precisam ser atacados em conjunto e precisamos fazer uma revolução no Brasil neste sentido."
José Castilho, inclusive, vê no bibliotecário um papel fundamental para o sucesso do programa. "O PNLL não é deste governo. É da sociedade e pretende ser política de Estado. Se não houver participação dos profissionais do livro e da leitura, o plano terá vida curta."
O Secretário-Executivo falou também sobre a atuação situação dos bibliotecários e admitiu que eles, assim como os professores, não são valorizados como deveriam no Brasil. Para ele, casos como os de prefeituras que abrem concursos públicos oferecendo a bibliotecários salários equiparados a de profissionais sem ensino superior são um reflexo de como a sociedade vê a classe.[...]"

Leia na íntegra: 
http://www.sinbiesp.org.br/index.php/noticias/68-diretor-do-pnll-ve-sociedade-desvalorizar-trabalho-dos-bibliotecarios-

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cultura lança Programa Biblioteca Viva RS

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, lançou na tarde dessa terça-feira (13), o programa Biblioteca Viva RS, no município de Boqueirão do Leão.

Escritores, autoridades e representantes da comunidade da região compareceram na cerimônia de lançamento do primeiro edital do programa, destinado à modernização de Bibliotecas Públicas.Serão disponibilizados recursos do Governo do Estado, na ordem de R$ 1 milhão. Podem concorrer ao edital 50 municípios com até 10 mil habitantes, e cada projeto poderá solicitar no máximo R$ 20 mil.


50 municípios podem receber recursos
para modernizar suas bibliotecas públicas
Foto: Cláudio Fachel

O secretário de Estado da Cultura, Assis Brasil, lembrou a fase de transformação pela qual passa o livro com o crescimento da cultura digital.”O importante é que a palavra, o desejo de contar uma história e o desejo de ouvir uma história permanecerá para sempre. Esse edital é uma maneira de democratizar o acesso aos livros”, completou Assis Brasil.

O secretário adjunto, Jéferson Assumção, abriu a solenidade apresentando os detalhes técnicos do edital e seus objetivos. “ Praticamente todos os municípios gaúchos possuem bibliotecas públicas, mas grande parte delas necessita de modernização. Precisamos torná-las pequenos Centros Culturais, com acervo,equipamento, informatização e até mobiliário mais adequado e que gere motivação para a leitura. Esse edital integra nossas ações do Plano Estadual do Livro e Literatura”, finalizou Assumção.

O prefeito de Boqueirão do Leão, João David Goergen, agradeceu, sensibilizado, a escolha do município para o lançamento do Biblioteca Viva RS. “ Esse ato mostra que o governo do estado tem um olhar para os pequenos municípios, descentralização a atenção e nos trazendo esperança de que os pequenos municípios venham a ter uma atenção especial”, disse o prefeito.

O secretário municipal de Educação, Cultura e Turismo, Eleno Ogliari, enfatizou a importância dos recursos que virão através do edital. “ Para os pequenos municípios isso representam que 500 mil habitantes serão beneficiados. 20 mil reais para esses 50 municípios que vão ser contemplado significa muito”.

Há mais de 10 anos as bibliotecas públicas do estado não renovam seu acervo, por isso um dos critérios para a seleção é de que o projeto deverá contemplar: a) aquisição de acervo: mínimo de 50% do valor do prêmio; b) aquisição de equipamentos de informática e audiovisual, mobiliário: máximo de 50% do valor do prêmio. O edital completo está aqui no site da Sedac/editais.


O evento encerrou com a apresentação da Banda Marcial da Escola Eugênio Franciosi.

Texto: Asscom Sedac

Brasil italiano é capa da Revista de História da Biblioteca Nacional

"Baderna, cafona, cantina, fiasco, poltrona e tchau. Tão comuns ao nosso vocabulário, estas são algumas das 383 palavras de origem italiana assimiladas pelo nosso português. Essas e outras histórias da influência de napolitanos, vênetos, calabreses e demais imigrantes italianos em terras brasileiras formam parte do dossiê “Italianos no Brasil”, que a Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN) publica em sua edição de setembro. 

O especial traz artigo do diplomata e ex-ministro Rubens Ricupero, que fala sobre sua infância na São Paulo do Brás e do Bexiga; texto do pesquisador Antonio de Ruggiero sobre a difícil unificação do país; reportagem do jornalista Pedro Paulo Malta sobre a integração da cultura italiana à brasileira; e mais quatro artigos sobre a imigração de italianos nos estados de Espírito Santo, Rio Grande do Sul, São Paulo e até na Amazônia. [...]"

Dica de livros

Confira a seleção de dez títulos feita no site Nonada - Jornalismo Travessia 

"No primeiro ano de publicação do site Nonada – Jornalismo Travessia, a literatura de língua portuguesa produziu pelo menos uns 30 livros que merecem estar em nossa estante, seja pelo acerto do escritor com os mecanismos narrativos, seja pelo inédito e inusitado do ângulo proposto. Na editoria de Literatura do Nonada escolhemos selecionar os maiores lançamentos no País durante o período de nossa curta, mas promissora, existência.  A seguir uma seleção com dez peças indispensáveis para sua biblioteca feita pelo nosso colaborador Edgar Aristimunho.[...]"

Clube de Leitura e Arte na Semana Farroupilha em Canoas

Divulgação da Biblioteca Pública Municipal João Palma da Silva - Canoas

"A oficina Cordel Literatura e Arte, realizada na tarde desta terça-feira no Clube de Leitura e Arte, no espaço da Tertúlia Literária, do acampamento Farroupilha, despertou a curiosidade e o interesse de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Arthur Pereira de Vargas. 

O artista plástico Fernando Lima e a professora Miriam Oliveira contaram a história da literatura de cordel e da xilogravura, técnica de ilustração usada nesses impressos. Utilizando pequenos pedaços de isopor, os estudantes, com idades entre 9 e 12 anos, puderam reproduzir a técnica da xilogravura. 

Também manusearam livretos com histórias como 300 Onças, contos de Simões Lopes Neto, adaptada para o Cordel por Arievaldo Viana e ilustrado por Jô Olivera e o livreto Penélope dos Farrapos do escritor de literatura de Cordel nordestino, Edmilsom Santini.

As crianças ouviram que a literatura de cordel  é baseada em histórias da vida real que podem ser recitadas ou cantadas, pois seus versos são rimados o que leva ao ritmo cadenciado da música. A xilogravura teve origem como técnica de estamparia em tecidos, na China. Chegou à Europa e veio para o Brasil com a família real. Passou a ser a técnica empregada em livros de Cordel, se estabelecendo na Bahia, onde o cordel é difundido, principalmente, nas feiras livres."
 

Campanha de incentivo à leitura



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Programações para comemorar 21 anos da Casa de Cultura Mário Quintana


Clique para ampliar.

Maiores informações acesse: