domingo, 14 de agosto de 2011

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A Biblioteca Nacional da Noruega foi uma das primeiras a aderir à ideia. Em 2005, ela anunciou a meta de digitalizar a íntegra de seu acervo; já foram escaneados cerca de 170 mil livros, 250 mil jornais, 610 mil horas de transmissões radiofônicas, 200 mil horas de televisão e 500 mil fotografias. Em 2010, a Biblioteca Nacional da Holanda anunciou a intenção de escanear todos os livros, jornais e periódicos publicados no país a partir de 1470.

Enquanto isso, as bibliotecas dos quase 50 países membros do Conselho Europeu se uniram em um único motor de buscas, o theeuropeanlibrary.org. E a Comissão Europeia patrocina o Europeana, um portal que dá acesso a cópias digitais de obras de arte, música, cinema e livros pertencentes a instituições culturais dos países membros. O portal contém cerca de 15 milhões de artefatos.

A criação de uma biblioteca nacional digital é um desafio maior para os EUA, com suas bibliotecas grandes e díspares. Mas na década de 1990 a Biblioteca do Congresso criou um acervo digital chamado "American Memory" (Memória Americana), que hoje contém 16 milhões de livros, mapas, filmes, manuscritos e peças de música.
EUA ficam para trás na corrida por biblioteca digital
Séculos depois de Benjamin Franklin ter elogiado o papel das bibliotecas públicas na democratização da sociedade americana, os EUA se veem atrasados em relação à Europa e ao Japão em termos da criação de um equivalente moderno: uma biblioteca nacional digital que sirva como repositório eletrônico do patrimônio cultural da nação.
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